Nossos Tratamentos

O tratamento da dependência de drogas e do alcoolismo exige seriedade, compromisso e, principalmente, respeito ao ser humano.

Por isso, nossos tratamentos consideram as características de cada paciente e suas necessidades.

Internação Involuntária

Sem liberdade para escolher

A questão central da dependência de drogas é que a pessoa perdeu a liberdade de escolha, que significa que ele não consegue mais escolher entre consumo e abstinência. A vontade de usar é sempre maior, o que acarreta problemas com a família, com os amigos, no trabalho, nos estudos. E, não raramente, o uso incontrolável de drogas leva o dependente a fazer coisas antes condenáveis, como vender coisas pessoais, cometer furtos, roubos e outros crimes, independentemente da classe social que ele ocupe.

Nesse estágio, não basta somente aceitar o dependente dizer que não vai se tratar porque não quer, e ficar por isso mesmo. A família não pode deixar para depois, tem de procurar ajuda profissional.

Decidir sobre a liberdade do outro

Muitas famílias se culpam por julgarem não terem conduzido uma “boa criação” de seu filho e, com isso, acabam compactuando com a dependência química, não interferindo em sua vida, mantendo regalias, mesmo vendo tudo indo por água abaixo. Em outras palavras, conduzem a situação “passando a mão na cabeça”.

A família deve ter em mente que intervir, ainda que seja contra a vontade do paciente, tende a ser bom, uma vez que o tratamento apresenta alto índice de sucesso.

O que ela não pode fazer é, mesmo sabendo que o dinheiro dado ao filho não será usado “para pagar despesas da faculdade”, continuar mantendo esta posição, como se nada pudesse fazer para evitar. Agira assim é tapar o sol com a peneira como se nada estivesse acontecendo. Não tomar uma atitude significa concordar com o consumo de drogas; significa dizer: “use à vontade, se houver problemas eu assumo”.

Como e quando intervir

Agir contra a vontade do dependente químico não significa julgar ou condenar o filho ou parente. Significa intervir para que ele volte a ter uma vida saudável e se torne, novamente, apto a decidir sobre o que é melhor em sua vida.

Para que isso aconteça, a família deve recorrer ao auxílio profissional. Quando? No momento em que a situação fugiu do controle e que, mesmo sendo visível a dependência de drogas, a pessoa recusa qualquer possibilidade de tratamento.

Remoção e transporte

No momento em que solicita o tratamento, a família recebe toda a orientação sobre como ser atuante neste processo.

A equipe que realiza o trabalho de remoção do paciente atua segundo normas definidas pela legislação brasileira (Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001), sob orientação de médicos psiquiatras especialistas no assunto e veículo apropriado para esta finalidade.

Ao assumirmos estes cuidados, a família tem a certeza de que o paciente tratado de maneira responsável, com todo respeito e segurança necessários.

Tratamentos